terça-feira, outubro 18, 2005

Pedacinhos do que sinto, sem me querer alongar.

Nestas últimas horas que restam para acabar um ciclo que se repete todos os anos, digo que a minha esperança é infinita, que muitas vezes sou imprevisível e que a maneira como ele me olhou ontem de manhã, logo depois de eu ter despertado e aberto os olhos, me deixou ainda mais apaixonada.

(Quando eu falo do "ele", falo de um urso ao qual me gosto de agarrar, por ele ser tão quentinho, e que me faz lembrar a todos os momentos aquele amor tão estúpido, impossível, irreal e que só existe nos sonhos que eu sinto por alguém que não conheço. Eu sei que isto não é amor (era impossível ser), pois ele não me põe as pernas a tremer nem eu dava tudo para o ter, mas sei que é algo forte, que me faz feliz e me anima e no qual eu procuro algum suporto quando preciso, do qual eu me vou rir daqui a alguns anos!)

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